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17 jul por João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

UFRN, UERN e ITEP firmam parceria para doação de cadáveres não reconhecidos

[caption id="attachment_52194" align="aligncenter" width="620"] Foto: Rafael Barbosa (G1/RN)[/caption] O Departamento de Morfologia (DMOR) do Centro de Biociências (CB) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e o Instituto Técnico e Científico de Perícia (ITEP-RN) firmam parceria para doação de cadáveres não reclamados oriundos de mortes não criminosas ou violentas.  A portaria de número 080/2017 do ITEP-RN dispõe de um protocolo referente a essas doações via Instituto às instituições de Ensino. De acordo com a portaria, o fato decorre da necessidade da utilização de cadáveres nos cursos vinculados a área da saúde, especificamente nas Escolas de Medicina das Instituições de Ensino Superior, com fins de estudo ou pesquisa científica. Atualmente, apenas a UFRN e a UERN encontram-se em acordo com a Lei federal 8.501/92, a qual deixa claro que os corpos com esse perfil devem ser destinado apenas às escola de medicina.
28 out por João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

Brasil tem mais mortes violentas do que a Síria e RN lidera ranking

homicidio3_redepindoramacom O Brasil registrou mais mortes violentas de 2011 a 2015 do que a Síria, país em guerra, em igual período. Os dados, divulgados hoje (28), são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Foram 278.839 ocorrências de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenção policial no Brasil, de janeiro de 2011 a dezembro de 2015, frente a 256.124 mortes violentas na Síria, entre março de 2011 a dezembro de 2015, de acordo com o Observatório de Direitos Humanos da Síria. “Enquanto o mundo está discutindo como evitar a tragédia que tem ocorrido em Alepo, em Damasco e várias outras cidades, no Brasil a gente faz de conta que o problema não existe. Ou, no fundo, a gente acha que é um problema é menor. Estamos revelando que a gente teima em não assumi-lo como prioridade nacional”, destacou o diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima.
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