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3 jun por João Ricardo Correia Tags:, , ,

Vacinação contra a gripe está liberada pra todo mundo

A partir desta segunda-feira (3), toda a população pode se vacinar contra a gripe, inclusive quem faz parte do público prioritário e que ainda não se vacinou. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação vai continuar enquanto durarem os estoques da vacina.

Até a última sexta-feira (31), quando terminou a campanha nacional, quase 80% do público prioritário foi vacinado, o que representa 47,5 milhões de pessoas. Os grupos prioritários tiveram entre os dias 10 de abril e 31 de maio para se vacinar com exclusividade.

Durante esse período, foram priorizados 59,4 milhões de pessoas, entre elas, gestantes, puérperas, crianças entre 6 meses a menores de 6 anos, idosos, indígenas, professores, trabalhadores de saúde, pessoas com comorbidades, funcionários do sistema prisional e população privada de liberdade, além de profissionais de segurança e salvamento.

Até agora, seis estados já bateram a meta de 90%: Amazonas (98,5%), Amapá (98,5%), Pernambuco (93,6%), Espírito Santo (91,3%), Rondônia (90,4%) e Maranhão (90%). Os estados com menor cobertura são: Rio de Janeiro (63,7%), Acre (73%) e São Paulo (73,1%).

Segundo o ministério, a escolha do público prioritário no Brasil segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) por serem grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. A vacina é a forma mais eficaz de evitar a doença.

Fonte: Agência Brasil

3 set por João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Campanha contra pólio e sarampo é prorrogada até dia 14 de setembro

Estados e municípios que ainda estão abaixo da meta de vacinar, pelo menos, 95% das crianças de um a menores de cinco anos contra pólio e sarampo, terão mais 15 dias para ofertar as duas vacinas na rede pública de saúde. O Ministério da Saúde prorrogou até dia 14 de setembro a Campanha Nacional de Vacinação. Até o momento, mais de 1,3 milhão de crianças não recebeu o reforço dessas vacinas. A recomendação é que estados e municípios façam busca ativa para garantir que o público-alvo da campanha seja vacinado. Até esta segunda-feira (3/9), 88% das crianças receberam as vacinas contra a pólio e o sarampo em todo o país. Segundo informado no sistema, Amapá, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Espírito Santo, Sergipe e Maranhão atingiram a meta de vacinação do Ministério da Saúde. Mas, doze estados ainda estão abaixo da média nacional de 88% das crianças vacinadas contra as duas doenças. O Rio de Janeiro continua com o menor índice de vacinação, seguido por Roraima, Pará, Piauí, Distrito Federal, Acre, Bahia, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas, Rio Grande do Norte e Amazonas. Em todo o país, foram aplicadas mais de 19,7 milhões de doses das vacinas (cerca de 9,8 milhões de cada). A Campanha deste ano é indiscriminada, por isso, todas as crianças nessa faixa etária devem se vacinar, independente da situação vacinal.
25 nov por João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Cresce o número de casos de raiva em cães no Rio Grande do Norte

VACINACACHORRO1 A raiva, doença infecciosa do sistema nervoso, é considerada sem cura e ainda presente no Rio Grande do Norte. De janeiro a outubro de 2015 o estado registrou 34 animais positivos para raiva, destes, quatro são cães. Número superior a 2014 quando apenas um cão foi diagnosticado com a doença, num total de 36 animais de outras espécies acometidos. “O que nos preocupa é que pelo fato de o cachorro ser o animal que está mais próximo do homem, a população acaba ficando em um risco maior, já que a raiva é uma doença que leva à morte em aproximadamente 100% dos casos. Porém para cães e gatos a forma mais eficaz de prevenção da doença é a vacinação”, alertou Cintia Higashi, subcoordenadora de Vigilância Ambiental da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap). Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) a raiva mata 55 mil pessoas por ano, especialmente em países da África e Ásia onde não existe vacinação em massa dos animais. A cada 10 minutos uma pessoa morre por esta doença no mundo, principalmente crianças, num total de 30 a 50% dos casos. A Sesap alerta para que caso a pessoa tenha sido mordida ou arranhada por animais mamíferos, como cachorro, gato, raposa, morcego, macaco, ou mesmo animais de produção, como vacas, cavalos e porcos, procure a unidade de saúde mais próxima de sua residência, para que um profissional de saúde avalie o tipo de atendimento necessário e o possível encaminhamento para uma unidade hospitalar. No Rio Grande do Norte os hospitais de referência para o atendimento à população em casos de mordedura são o Giselda Trigueiro, Hospital do Seridó (Caicó), Hospital Dr. Cleodon Carlos de Andrade (Pau dos Ferros) e Hospital Tarcísio Maia (Mossoró). Em caso de identificação de um animal suspeito de raiva é preciso entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses ou com a Secretaria de Saúde do município de residência para que seja encaminhado material para o diagnóstico da doença. Quando é detectado um caso de raiva em animal, imediatamente a secretaria de saúde municipal, com o apoio da Sesap, deve providenciar ações para a prevenção e o controle da doença, como o chamado “bloqueio de foco” – que consiste em vacinar todos os animais da área de ocorrência do caso. Além disto, deve ser iniciado um processo de investigação na área para buscar e encaminhar as pessoas que tiveram contato com o animal para avaliação médica; promover orientação e educação em saúde para a população. Em alguns casos, se faz necessário o recolhimento dos animais de rua em função do risco de proliferação da doença, já que estes animais normalmente não são vacinados. Nos cães os sinais da raiva são, principalmente: isolamento, perda de apetite, salivação abundante, fotofobia (sensibilidade à luz), mudança de comportamento e paralisia gradual, evoluindo para a morte em até 10 dias. Em muitos casos o animal torna-se extremante agressivo, podendo morder pessoas, animais ou mesmo objetos. No Brasil, de 2006 até setembro de 2015, foram registrados 32 casos de raiva humana, sendo a maioria – 18 – transmitida pelo cão. O último caso de raiva humana no Rio Grande do Norte foi em 2010, transmitida pelo morcego. Vacinação “Mesmo sendo uma doença considerada 100% letal, a vacinação anual dos cães e gatos tem se mostrado ao longo do tempo muito eficiente. Esta medida é o ponto chave para a prevenção da raiva. Vacinar é uma medida de extrema importância para a proteção da saúde animal e, sobretudo da saúde humana”, frisou Cintia Higashi. A Campanha antirrábica Canina e Felina 2015 teve início no dia 16 de novembro e prossegue até 15 de janeiro de 2016, com o Dia D de Mobilização da campanha acontecendo em 28 de novembro, quando os locais de vacinação estarão abertos das 8h às 17h. Devem ser levados todos os cães e gatos saudáveis, a partir dos dois meses de idade. Fonte: Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde Pública
23 nov por João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

MSF lança campanha global pedindo redução do preço da vacina pneumocócica

VACINAPNEUMOCOCICA1_IKRAM-NGADI A organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) lançou dia 12 passado uma petição global na ocasião do Dia Mundial de Combate à Pneumonia, pedindo às empresas farmacêuticas Pfizer e GlaxoSmithKline (GSK) para reduzirem o preço da vacina para US$5 por criança (para todas as três doses) em todos os países em desenvolvimento e para organizações humanitárias. Após anos de negociações sem resultados com ambas as empresas para que reduzissem o preço da vacina para uso em seus projetos em países em desenvolvimento e crises humanitárias, MSF pede ajuda do público para pressionar as empresas. A pneumonia é a principal causa global de mortalidade infantil e mata quase um milhão de crianças por ano. ASSINE A PETIÇÃO EM: MSF.ORG.BR/DOSE-JUSTA “A vacina pneumocócica é a que mais vende no mundo, e, no último ano, a Pfizer arrecadou mais de US$4,4 bilhões só em vendas desse produto”, disse o Dr. Manica Balasegaram, diretor executivo da Campanha de Acesso a Medicamentos de MSF. “A Pfizer e a GSK cobram preços tão altos pela vacina pneumocócica que muitos governos e organizações humanitárias não conseguem vacinar crianças. Após arrecadarem mais de US$28 bilhões até o momento somente com vendas da vacina pneumocócica, nós achamos que é bastante seguro dizer que a Pfizer e a GSK têm condições de baixar o preço para que todos os países em desenvolvimento possam proteger suas crianças desse algoz da infância.” Com a Pfizer arrecadando mais de US$17 milhões em vendas diárias somente da vacina pneumocócica, para o Dia Mundial de Combate à Pneumonia, MSF deu início a uma campanha com uma petição e um protesto em frente à sede da empresa em Nova Iorque, em uma tentativa de entregar ao CEO da empresa, Ian Read, mais de 17 milhões de dólares em notas falsas. MSF também colocou um anúncio no ponto de ônibus em frente ao edifício da Pfizer, que traz a pergunta: “Ei, Pfizer, por que suas vacinas têm um preço fora de alcance para crianças em necessidade?” Em janeiro, MSF lançou o relatório sobre o preço de vacinas “A dose certa: derrubando barreiras para vacinas acessíveis e adaptadas” (The Right Shot: Bringing Down Barriers to Affordable and Adapted Vaccines, em inglês), que demonstrou que nos países mais pobres, com a adição de novas vacinas, o preço para vacinar uma criança é atualmente 68 vezes mais caro do que em 2001, com muitas regiões do mundo incapazes de arcar com os novos e altos custos das vacinas, como a que combate a pneumonia. “Como médicos que já viram muitas crianças morrerem de pneumonia, não vamos recuar até sabermos que todos os países possam arcar com a vacina”, disse o Dr. Manica Balasegaram. “Estamos pedindo que você se una ao nosso esforço global assinando a petição para dizer à Pfizer e à GSK que é hora de reduzir o preço da vacina pneumocócica.” Em maio, 193 governos se reuniram em Genebra para a Assembleia Mundial da Saúde anual, onde foi aprovada por unanimidade uma resolução exigindo vacinas a preços mais acessíveis e maior transparência acerca dos valores das vacinas. Governos de mais de 50 países ressaltaram as crescentes desigualdades entre eles, causadas pelo aumento dos encargos financeiros trazidos pelas novas vacinas, com muitos deles afirmando que o alto custo das novas vacinas, como a pneumocócica, proibiu-os de introduzi-las ou ameaçou a capacidade de sustentá-las em seus programas de imunização de rotina. “Qual é o sentido de uma vacina que pode salvar vidas se as pessoas mais vulneráveis não podem pagar por ela?”, questionou o Dr. Manica Balasegaram.   Fonte: www.msf.org.br Foto: Ikram N'gadi  
14 out por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

China vai produzir vacina contra o ebola em grande escala

EBOLASERRALEOA Uma empresa chinesa de biotecnologia anunciou que vai produzir em grande escala uma vacina contra o vírus ebola, desenvolvida pelo Exército do país, informou hoje (14) a agência de notícias oficial chinesa Xinhua. As instalações da CanSino Biotechnology, em Tianjin, cidade portuária do Norte da China, deverão estar concluídas em setembro de 2018 e terão custo de 2 bilhões de yuan (278 milhões de euros). A vacina foi desenvolvida em 2014 por pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências Médicas Militares, recorrendo a mutações genéticas do vírus, e poderá adaptar-se ao clima tropical da África Ocidental, onde uma epidemia causou a morte de 11 mil pessoas desde o ano passado.   Fonte: Agência Lusa /Agência Brasil
14 set por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

No RN: 84,2 mil meninas de 9 a 11 anos devem tomar a vacina contra HPV

VACINA3 O Ministério da Saúde está promovendo mobilização nacional para incentivar pais e responsáveis a levarem as meninas de 9 a 11 anos para tomar a segunda dose da vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV). As adolescentes desta faixa etária tomaram a primeira dose da vacina há seis meses, portanto devem retornar a um posto para receber a segunda dose. A vacina protege contra quatro subtipos de HPV, sendo dois responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo do útero, que é a terceira causa de morte de mulheres no Brasil. No Brasil, até agosto, 2,5 milhões de meninas de 9 a 11 anos foram vacinadas contra HPV. Isso representa 50,9% do público-alvo, formado por 4,9 milhões de adolescentes nesta faixa-etária. No ano passado, quando a vacina foi disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS), 101,8% do público estimado foi vacinado com a primeira dose, alcançando 5 milhões de meninas de 11 a 13 anos. Entretanto, só 3 milhões procuraram uma unidade de saúde para tomar a segunda dose, o que representa 60%, sendo que a meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% do público–alvo. RIO GRANDE DO NORTE Neste ano, 36,2 mil adolescentes de 9 a 11 anos tomaram a primeira dose da vacina contra HPV no Estado do Rio Grande do Norte, até o mês de agosto. O quantitativo representa 43% do público-alvo formado por 84,2 mil meninas nessa faixa-etária no Estado. No ano passado, quando a vacina foi disponibilizada no SUS, 95,3% do público estimado foi vacinado com a primeira dose, alcançando 79,8 mil meninas de 11 a 13 anos, no Rio Grande do Norte. Entretanto, só 41,9 mil destas meninas procuraram uma unidade de saúde para tomar a segunda dose, o que representa 49,8% do público.   Fonte: Agência Saúde
28 jul por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Vacina contra a dengue mostra mais eficácia em maiores de 9 anos

DENGUE1 Artigo publicado ontem (27) na revista New England Journal of Medicine mostra que a vacina contra a dengue, do laboratório francês Sanofi Pasteur, tem maior eficácia em pessoas maiores de 9 anos. Como o imunizante foi testado em pessoas de até 60 anos, este é o limite da indicação do produto. O imunizante, de forma geral, mostrou eficácia de 60,8% contra os quatro sorotipos da doença,  taxa de redução de hospitalização de 80,3% e diminuição de 95,5% de casos graves da dengue. Uma vez aprovada, a imunização será feita em três doses, com intervalos de seis meses. A vacina aguarda registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde março, quando a Sanofi entrou com pedido, mas a agência reguladora não deu prazo para o fim da análise do pedido. Segundo Sheila Homsani, diretora médica da Sanofi Pasteur, até o final do ano o laboratório espera conseguir o registro da vacina em 20 países. O levantamento publicado hoje é uma junção dos estudos feitos na América Latina e na Ásia. Ela disse que o laboratório analisou a população acima e abaixo de 9 anos e avaliou que a eficácia da vacina, acima dessa faixa de idade, contra os quatro sorotipos foi 66%, a eficácia contra casos graves continua altíssima, de 93%, e a proteção contra hospitalizações fica em 80,8%, "um resultado superbom”, segundo Sheila. Nas pesquisas feitas na Ásia, os resultados mostram que a eficácia da vacina entre crianças de 2 a 5 anos é de 33%, considerada baixa pelo laboratório. Na publicação de hoje, a empresa ainda mostrou que houve mais hospitalizações no público asiático com menos de 9 anos. “Vamos avaliar se esses resultados são porque os anticorpos caem mais rápido ou porque o sistema imunológico das crianças ainda é imaturo”, ressalvou ela. O valor do produto deve ser determinado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, caso o registro seja concedido. O desenvolvimento da vacina durou 20 anos. A Sanofi Pasteur foi o primeiro laboratório do mundo a pedir o registro da vacina.   Fonte: Agência Brasil
23 abr por João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Vacina contra o HPV está disponível nos postos de saúde

VACINAHPV Com o objetivo de prevenir o câncer do colo de útero, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Natal, por meio do Setor de Vigilância Epidemiológica (SVE) e o Núcleo de Agravos Imunopreveníveis (NAI), ressalta a importância da vacina contra o HPV e recomenda que os pais ou responsáveis pelas meninas na faixa etária de 9 a 11 anos procurem uma unidade de saúde mais próxima de suas residências para serem imunizadas contra o vírus HPV, na rede básica do município. A campanha contra o Papilomavírus Humano (HPV) 2015 visa à imunização contra o HPV, de meninas, na faixa etária 9 a 11 anos. Já as meninas com idades entre 11 e 13 anos, que ainda não foram vacinadas, podem receber as doses este ano. A chefe do Núcleo de Agravos Imunopreveníveis, Solange Cruz, explica os motivos pelo qual a vacinação é importante para as adolescentes. "É muito importante às meninas se vacinarem contra o HPV em virtude do alto índice de mortalidade de câncer de colo do útero, tornando a doença um relevante problema de saúde pública no Brasil", destaca. Segundo a chefe do SVE, Aline Bezerra, os dados da Organização Mundial de Saúde mostram que o câncer de colo do útero é o terceiro que mais atinge as mulheres. Aline Bezerra endossa que as meninas devem procurar uma unidade de saúde para se imunizar. Para que a campanha tenha sucesso é preciso que se consiga atingir a meta mínima de 80%, de acordo com o Ministério da Saúde. Segundo dados do NAI das 25.422 meninas residentes em Natal, apenas 1.451 adolescentes foram vacinadas até agora, o que corresponde a 5,7% das meninas imunizadas. O esquema de vacinação é composto por três doses, sendo a segunda delas aplicada com intervalo de seis meses e garante proteção contra o HPV. A terceira dose, que serve como um reforço para manter a imunização duradoura, deve ser aplicada depois de cinco anos. O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. O combate ao papilomavírus humano faz parte das medidas de prevenção ao câncer de colo do útero.     Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação
23 abr por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Cuba vai fornecer vacinas contra o câncer para os Estados Unidos

CUBABANDEIRA Cuba vai fornecer vacinas terapêuticas contra o câncer para os Estados Unidos, com a assinatura de vários acordos com organismos norte-americanos na área da saúde, noticiou ontem (22) o diário oficial cubano Granma. Os acordos foram anunciados durante a visita à ilha do governador de Nova Iorque, Andrew Cuomo, que ocorreu segunda-feira (20) e terça-feira (21). Uma das organizações norte-americanas envolvidas foi o Instituto Roswell Park contra o Câncer de Nova Iorque, que assinou um acordo com o Centro de Imunologia Molecular de Cuba. As vacinas terapêuticas contra o câncer atuam no área da imunoterapia, método terapêutico que consiste em estimular as defesas naturais (sistema imunológico) das pessoas com câncer para que possam combater de forma mais eficaz a doença e eventuais metástases. A vacina é o segundo medicamento cubano a entrar nos Estados Unidos, dois anos depois da entrada de um remédio indicado para o tratamento do diabetes. Outro acordo assinado prevê o fornecimento de aplicações informáticas norte-americanas para uma empresa farmacêutica cubana, que não foi identificada. O protocolo com a empresa tecnológica norte-americana Infor também envolve intercâmbios “com uma universidade cubana para ações de formação com estudantes” na área das novas tecnologias. Acompanhado por uma delegação de empresários, Andrew Cuomo foi o primeiro governador norte-americano a visitar o território cubano depois do anúncio, em 17 de dezembro de 2014, da aproximação histórica entre Washington e Havana, que não têm relações diplomáticas oficiais há mais de meio século.   Fonte: Agência Lusa / Agência Brasil
31 ago por João Ricardo Correia Tags:, , ,

Segunda dose da vacina HPV começa a ser oferecida nesta segunda 

HPVVACINA O Ministério da Saúde divulgou que a partir do dia 1º de setembro, meninas de 11 a 13 anos começam a receber a segunda dose da vacina contra HPV (papilomavírus humano). A vacinação será disponibilizada nas unidades de saúde e escolas públicas e particulares de todo o Brasil. Nos três primeiros meses de vacinação da primeira dose, iniciada em março de 2014, mais de 4,1 milhões de meninas foram imunizadas no País. A segunda dose deve ser tomada seis meses após a primeira, e a terceira dose da vacina, após cinco anos. A vacina começou a fazer parte do calendário de vacinação neste ano para todas as meninas que completam 11 anos e a partir de 2016, deverá ser disponibilizada para as meninas a partir de 9 anos. O HPV é um dos principais responsáveis pelo câncer de colo do útero, terceiro tipo de câncer que mais mata as mulheres no Brasil. Segundo o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Jarba Barbosa, o papilomavírus humano é um dos mais contamináveis do mundo e cerca de 30% das meninas de 11 a 13 anos já tiveram o contato com o vírus mesmo sem ter tido uma relação sexual completa, por isso a importância de fornecer a vacina para essa faixa etária. "Baseado em dados populacionais, essa é a melhor idade que a vacina produz a maior resposta imunológica. Não estamos aqui pra dizer a idade que a criança vai começar a relação sexual, isso é outra discussão", enfatiza o secretário. As vacinas serão disponibilizadas em unidades de saúde e nas escolas públicas e particulares. Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a segunda dose é fundamental para garantir a proteção da mulher. "Sem a segunda dose não há segurança nenhuma que a menina está protegida", afirmou Chioro. "As meninas que não tinham 11 anos em março e não fizeram a primeira dose, devem fazê-la agora". Ao todo, são 15 milhões de doses da vacina, com um investimento de R$ 1,1 bilhão, além de 7,2 mil profissionais de saúde e mais 2,2 mil profissionais de outras áreas trabalhando no combate da doença. Chioro disse ainda que segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil fechará o ano de 2014 com 15 mil casos de câncer de colo do útero, e com cerca de 4,8 mil óbitos por conta da doença. " Vamos reescrever a história do câncer de colo do útero no nosso País. Queremos daqui a alguns anos dizer que, sim, o câncer já matou mulheres no passado, mas isso não acontece mais", finalizou o ministro, que elogiou o engajamento das adolescentes em prol da vacina nas redes sociais.   Fonte: Portal Brasil
10 jul por Henrique Goes Tags:, , , ,

Fiocruz vai realizar teste de remédio contra Aids com 400 homens voluntários

O uso do remédio para ajudar a prevenir a infecção pelo vírus HIV, conhecida como terapia pré-exposição, começará a ser testado no país a partir de agosto. A pesquisa é coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com a participação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e do Centro de Referência e Treinamento DST-Aids, da Secretaria de Saúde do estado. Os pesquisadores vão acompanhar, por um ano, 400 voluntários homens que fazem sexo com homens e travestis. [caption id="attachment_12027" align="aligncenter" width="400"]aids Imagem de internet[/caption]   O medicamento a ser testado será o Truvada. O uso dele como estratégia de prevenção já foi demonstrado pelo estudo internacional Iniciativa de Profilaxia Pré-Exposição (iPrEx), do qual o Brasil fez parte. Nos Estados Unidos, o uso preventivo do comprimido é aprovado. No Brasil, é permitido somente para o tratamento da doença – não é adotado como preventivo. “O objetivo é oferecer o medicamento para as populações mais vulneráveis a adquirir o HIV”, explica a infectologista Brenda Hoagland, coordenadora do projeto na Fiocruz. Ela diz que é necessário fazer um estudo demonstrativo para que o uso da pílula como prevenção seja autorizado no país.   ESTUDO De acordo com a pesquisa iPrEx, a utilização diária do Truvada por homens saudáveis, que fazem sexo com homens, reduziu de 43% a 92% a infecção pelo vírus, dependendo da adesão da pessoa ao tratamento. O estudo avaliou 2.499 homens sem o HIV. Entretanto, a infectologista ressalta que o remédio não substitui o uso de preservativos e não tem ação sobre as demais doenças sexualmente transmissíveis. “O remédio é uma proteção adicional para aquelas pessoas com alto risco de adquirir o HIV que, por alguma razão, [a proteção] falha com o uso do preservativo. A gente não estimula o não uso do preservativo e nem estamos substituindo o uso do preservativo pelo comprimido”, explica. A pesquisa terá início com o recrutamento dos voluntários. No total, serão 400 voluntários, sendo 200 no Rio de Janeiro e 200 em São Paulo. O perfil buscado é homem com mais de 18 anos, sem o vírus HIV e que faz sexo com homens ou travestis. De acordo com o infectologista e especialista em pesquisa clínica da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Alexandre Naime Barbosa, os estudos sobre a prevenção e cura do vírus HIV têm alcançado resultados animadores no mundo. Atualmente, há pesquisas de vacinas terapêuticas e preventivas.   VACINA TERAPÊUTICA A vacina terapêutica estimula o organismo de um indivíduo infectado pelo HIV a montar uma resposta imunológica contra o vírus. Pesquisa feita pela Universidade de Barcelona conseguiu demonstrar o controle temporário do vírus com a vacina. "A vacina conseguiu fazer com que os indivíduos ficassem, pelo menos um ano, sem ter que tomar os remédios. O que, às vezes, pode ser útil em um cenário em que o indivíduo esteja tendo muitos efeitos colaterais, por exemplo. Isso pode ser para o futuro, uma estratégia a ser adotada".   TAILÂNDIA Um tipo de vacina preventiva foi testado na Tailândia. “Ela [a vacina] conseguiu cerca de 40% de proteção em um ano, em uma população de altíssimo risco – principalmente homens que fazem sexo com outros homens, e profissionais do sexo. Isso durante um ano. Ela mostrou que tem uma eficácia não tão ampla [40%] em relação à prevenção do HIV. Esse é o resultado mais conhecido”, detalhou Barbosa. Em outra pesquisa sobre o tratamento do HIV, foram divulgados em junho casos de dois pacientes com o vírus. Eles foram submetidos ao transplante de medula óssea e alcançaram a “cura funcional”, situação em que os níveis do vírus no sangue caem e são incapazes de desencadear sintomas. “Eles receberam transplante de medula óssea, continuaram usando medicação durante a fase pós-transplante e conseguiram, então, erradicar o vírus da circulação sanguínea. São casos com acompanhamento entre dois e quatro anos e até agora o vírus não voltou na circulação”, disse. O infectologista alerta, no entanto, que são casos isolados. “É importante dizer, deixar muito claro, que esse não é um tratamento de rotina e muito menos um tratamento a que as pessoas podem se candidatar. Isso são casos extremos, são situações em que o indivíduo teve um câncer no sangue, um linfoma, e a quimioterapia não funcionou. Então, o último recurso é o transplante de medula óssea”.   Fonte: Agência Brasil
24 abr por Henrique Goes Tags:, ,

VACINAÇÃO CONTRA GRIPE ALCANÇOU 34,20% DOS POTIGUARES PERTENCENTES AO GRUPO ELEGÍVEL

A Campanha de Vacinação contra a gripe segue até esta sexta-feira, dia 26, em postos de vacinação localizados em todo o Rio Grande do Norte. A campanha teve como Dia D o último sábado, dia 20, e até esta terça-feira (23), um total de 34,20% de pessoas de grupos elegíveis foram vacinadas, o que representa 175.902 pessoas em todo o Rio Grande do Norte. [caption id="" align="aligncenter" width="425"] Imagem de internet[/caption] Deste total, as crianças atingiram um percentual acima dos 43%, tendo sido vacinadas, até o momento, 31.596 crianças. As puérperas estão em segundo lugar com 43,14% de cobertura, chegando a 2.559 mulheres. Com 42,03% ou 15.170 doses estão as gestantes. Os idosos vêm em seguida com 32,18%, ou 112.198 vacinados. Com o menor índice estão os trabalhadores da saúde com 28% ou seja, 13.911 vacinados. No Brasil, a vacinação já alcançou 34,04%, ou seja, 10.833.507 pessoas vacinadas. A região Nordeste vem obtendo o menor índice (30,30%) dentre as cinco regiões do país, a região Sul é a que mais tem vacinado com 51,58% de cobertura. Natal tem menor percentual Na Região Metropolitana de Natal, que é o principal foco da vacinação no estado, compreendida pelos municípios de Natal, Parnamirim, Extremoz, Macaíba, São Gonçalo do Amarante e Ceará-Mirim, os números chegam a 33,02% ou 63.756 pessoas vacinadas. O município que registrou menor percentual até o momento foi a capital do Rio Grande do Norte, com 26,02% ou 34.014 pessoas imunizadas. De acordo com a coordenadora de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Helena Gomes Santana, é importante que as pessoas procurem os postos até esta sexta-feira (26). “Os grupos prioritários são os mais vulneráveis a ter complicações caso contraiam gripe, por isso é essencial que estas pessoas não deixem de receber a vacina”, disse ela. No momento, os números por Regiões de Saúde do RN são os seguintes: GRANDE NATAL: 63.756 pessoas vacinadas ou 33,02% I USARP: 23.095 ou 39,69% II URSAP: 27.934 ou 30,25% III URSAP: 17.903 ou 44,98% IV URSAP: 16.861 ou 31,71% V URSAP: 11.251 ou 34,01% VI URSAP: 15.496 ou 34,63%   Fonte: Assessoria da Sesap
 
22 abr por Henrique Goes Tags:, ,

MAIS DE 5 MILHÕES DE BRASILEIROS FORAM VACINADOS CONTRA A GRIPE NO DIA ‘D’

Balanço parcial do Ministério da Saúde mostra que 5.585.779 brasileiros, o equivalente a 17,5% do público-alvo (39,2 milhões de pessoas), já foram imunizados contra a gripe na primeira semana de campanha. Os números - fornecidos pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde - foram apurados até as 12 horas deste sábado (20), o Dia D de Mobilização, com 65 mil postos funcionando. A meta do Ministério da Saúde é vacinar 31,3 milhões de pessoas, o que equivale a 80% do público-alvo. [caption id="" align="aligncenter" width="480"] Foto: Reprodução G1[/caption] A vacina é segura e é a principal arma para a gente reduzir as complicações, casos graves e óbitos da gripe. Eu mesmo como ministro da saúde tomei a vacina hoje, mais cedo”, declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, que neste sábado este nos estados de São Paulo e no Rio Grande do Sul para a mobilização para vacinação contra a influenza. “Ano passado, o Brasil foi o único país da nossa extensão, do nosso tamanho, que chegou a 80% de cobertura dos recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Nós queremos superar e vacinar ainda mais. E queremos chamar atenção para as grávidas e também para aquelas que estão até 45 dias pós-parto, o chamado puerpério. É muito importante se vacinar para não correr risco por complicações da gripe e nem levar complicações para o seu bebê”, alertou Padilha. O público-alvo é formado por pessoas com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a dois anos, indígenas, gestantes, mulheres no período de até 45 dias após o parto (em puerpério), pessoas privadas de liberdade, profissionais de saúde, além dos doentes crônicos, que este ano terão o acesso ampliado a todos os postos de saúde e não apenas aos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIEs). Para quem ainda não conseguiu se vacinar, a campanha segue até a próxima sexta-feira (26) em todos os estados brasileiros. BALANÇO PARCIAL – Já foram vacinadas 599 mil de crianças, o que corresponde a 13,71% deste público-alvo. Mais de 432 mil trabalhadores de saúde também foram vacinados, atingindo uma cobertura vacinal de 12,67%. Procuraram ainda postos de saúde 301 mil gestantes, correspondendo a 13,81 % do total de futuras mães. Entre os idosos, 3,5 milhões já receberam a dose da vacina contra a gripe, resultando em uma cobertura vacinal de 16,8% do total. A população indígena recebeu 59,8 mil doses da vacina, o que corresponde a 9,94% dos povos indígenas. Neste público, a vacinação ocorre nas aldeias onde eles vivem. Trata-se de uma população que habita em áreas remotas, de difícil acesso, e, por isso, os dados só são inseridos no sistema de informações depois que as equipes retornam das aldeias. Também foram vacinadas 68,8 mil mulheres que deram à luz há menos de 45 dias, o que representa 19,18% do total. Ainda foram imunizados 665 mil doentes crônicos e aplicadas 14 mil doses na população privada de liberdade. EFICÁCIA - Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade global. Entre os idosos, pode reduzir o risco de pneumonia em aproximadamente 60%, e o risco global de hospitalização e morte em cerca de 50% a 68%, respectivamente. A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da OMS, e é respaldada por estudos epidemiológicos e na observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. PRESCRIÇÃO - Os doentes crônicos precisam apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes já cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS, deverão se dirigir aos postos em que estão cadastrados para receberem a vacina. Se na unidade de saúde onde são atendidos regularmente não existir um posto de vacinação, os pacientes devem solicitar prescrição médica na próxima consulta. Fonte: Agência Saúde    
26 jan por Henrique Goes Tags:, , ,

MULHERES ENTRE 10 E 40 ANOS PODERÃO RECEBER VACINA CONTRA HPV PELO SUS

Se aprovado pela Câmara, o Projeto de Lei 4540/12 vai assegurar às mulheres na faixa etária de 10 a 40 anos o direito de receber a vacina do papiloma vírus humano (HPV) na rede pública, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Pela proposta do deputado Diego Andrade (PSD-MG), a vacina passará a ser incluída no calendário de imunização do Ministério da Saúde. Atualmente, a vacina só é disponibilizada na rede privada. [caption id="attachment_2191" align="aligncenter" width="500"]saude-da-mulher_1-4f589a50ccf4d Imagem de internet[/caption]

De acordo com o propositor do projeto, estima-se que de 25% a 50% da população feminina mundial esteja infectada pelo HPV e que 75% das mulheres contraem a infecção durante algum período das suas vidas. Andrade ressalta que as mulheres infectadas podem desenvolver câncer no colo de útero.

Há duas vacinas comercializadas no Brasil, uma delas é quadrivalente, ou seja, previne contra os tipos 16 e 18- presentes em 70% dos casos de câncer de colo de útero- e contra os tipos 6 e 11- presentes em 90% dos casos de verrugas genitais. Hoje, porém, lamenta Andrade, elas estão disponíveis apenas na rede privada. Quanto à tramitação, o projeto foi apensado ao PL 6820/10, que está pronto para entrar na pauta da Subcomissão Especial destinada a avaliar os avanços e desafios das Políticas Públicas de Segurança Alimentar e Nutricional em nosso País (Sublegal); e também para a pauta da Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF). O PL 6820/10 prevê a vacinação de meninas de 9 a 13 anos contra o HPV, também pelo SUS. Depois, as duas propostas serão analisadas ainda, em caráter conclusivo e em regime de prioridade, pelas comissões de Finanças e Tributação e Constituição e Justiça e de Cidadania.   Com informações da Agência Câmara  
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