Tag: Policial Militar

18 jan por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Juiz proíbe banco de descontar empréstimo consignado acima do previsto em lei

Com base em lei estadual, um juiz de Goiânia considerou abusivo o desconto de empréstimo consignado em folha de pagamento superior a 30% da remuneração líquida de um servidor.

No caso, um policial militar assinou contrato de empréstimo consignado em folha de pagamento com um banco, mas as cobranças ultrapassaram 30% de seu salário.

Representado pelo advogado Rogério Rocha, o policial ingressou com ação pedindo que fosse reconhecida a abusividade e a ilegalidade da cobrança, uma vez que a Lei estadual 16.898/2010 limita o desconto a 30%. Segundo ele, os descontos acima do limite ocasionaram severas dificuldades à sua sobrevivência.

7 jan por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Rio registra segunda morte de policial militar este ano

Menos de 48 horas após a morte do soldado Daniel Henrique Mariotti, de 30 anos, assassinado no último sábado (5), o estado do Rio de Janeiro registra a segunda morte de policial militar por criminosos este ano. O soldado Miquéias Marinho Ribeiro, de 31 anos, foi assassinado a tiros na manhã desta segunda-feira (7), perto de casa, na localidade Primavera, no bairro de Engenho Pedreira, em Japeri, na Baixada Fluminense. Segundo informações da corporação, Ribeiro era lotado no 16º Batalhão de Polícia Militar, localizado em Olaria, na zona norte da cidade. Em nota, a Polícia Militar (PM) lamentou a morte. "O policial estava saindo para o serviço, próximo a sua residência, quando foi surpreendido por criminosos armados em Engenheiro Pedreira, na Baixada Fluminense. Os criminosos efetuaram disparos e fugiram. O militar foi socorrido para a Policlínica Itália Franco, mas infelizmente não resistiu aos ferimentos”, informa a PM. Segundo a nota, Ribeiro estava na corporação desde 2013. Até o momento, não há informações sobre horário e local do sepultamento. Pai escutou os disparos O pai do PM chegou a escutar os disparos feitos por homens que estavam em um veículo que passou pelo local em velocidade. Ele correu para ver o que estava acontecendo e encontrou o filho já baleado dentro do carro, um Fiat Siena prata. Socorrido ainda com vida, Ribeiro chegou a ser levado para a Policlínica Itália Franco, no bairro Santa Inês, mas não resistiu aos ferimentos. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) realiza perícia no local, mas até agora não se sabe a motivação do crime. Por Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil / Rio de Janeiro
1 set por João Ricardo Correia Tags:, , ,

Estado de joelhos: bandidos de Mãe Luiza teriam obrigado PM a retirar adesivo de Bolsonaro do carro

Circula em grupos de WhatsApp o áudio abaixo, onde um homem, que se identifica como policial militar, diz ter retirado adesivos do presidenciável Bolsonaro do seu carro, após receber um recado de bandidos de Mãe Luiza, bairro na zona Leste de Natal, ameaçando sua família, caso ele permanecesse apresentando sua preferência pelo candidato. Há poucos dias, no Rio de Janeiro, marginais também ameaçaram moradores de favelas, pelo mesmo motivo, depois que Bolsonaro foi ao velório de um militar do Exército assassinado por bandidos. No mesmo bairro de Mãe Luiza, PMs já foram expulsos por membros de uma facção criminosa que estaria ditando as regras na comunidade, ou seja, o Estado está de joelhos diante da ousadia dos criminosos. [audio mp3="https://www.companhiadanoticia.com.br/wp-content/uploads/2018/09/MAE_LUIZA_PM_AMEACA_01.mp3"][/audio]
1 nov por João Ricardo Correia Tags:, , , , , , ,

Mantida condenação de PM que comercializa milhas de terceiros

  A Câmara Criminal do TJRN, na sessão desta terça-feira, 31, negou provimento à Apelação Criminal nº 2017.008192-3, movida pela defesa de Alisson Clei de Medeiros Costa, condenado pela prática do artigo 171 (Estelionato), do Código Penal. O acusado, um policial militar, comercializa milhas aéreas de outras pessoas, por meio de um endereço de e-mail, mas cancelava o benefício momentos antes do 'chek-in'. O julgamento é relacionado a uma ação penal, cuja sentença foi mantida no órgão julgador de segunda instância. A decisão, à unanimidade de votos e em concordância com o parecer da 80ª Promotoria de Justiça, destacou que autoria e a materialidade do crime estão comprovados, por vários elementos do boletim de ocorrência e do inquérito policial, e, em especial, pelo depoimento das vítimas, que, nestes casos, assumem “fundamental importância”, para prosseguimento do feito. A denúncia partiu do Ministério Público Estadual, que atribuiu ao PM a prática do artigo 171, do Código Penal, já que, no ano de 2012, o PM comercializou, para, pelo menos, cinco vítimas, milhas aéreas, que eram canceladas quando as vítimas estavam no momento do embarque. Um dos delitos foi praticado na própria residência do policial, o qual também ofereceu um cheque para compensação do prejuízo. Contudo, a ordem bancária estava sem fundos. O acusado residia, à época dos fatos, no bairro de Neopólis, zona Sul de Natal, onde ele se apresentava como policial, a fim de garantir “a confiança das vítimas”, conforme narra a denúncia do Ministério Público. Uma das transações foi feita no valor de 2400 reais. O PM foi submetido à inquérito administrativo. Fonte: TJRN
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