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12 out por João Ricardo Correia Tags:, , , , , , ,

Imoral: meninos e meninas correm risco de morte nas escolas públicas do RN

educacao João Ricardo Correia Um Estado que não tem cuidado com a educação e a segurança das suas crianças não pode ser levado a sério. No Rio Grande do Norte, não são raros os casos em que tetos de escolas desabam, instalações elétricas são sinônimo de risco, ventiladores estão quebrados, faltam professores, bebedouros estão enferrujados, banheiros mais parecem pocilgas, unidades de ensino são alvos de vândalos. Prefeitos e governadores - a maioria deles - parecem, só lembrar dos estudantes, professores e seus parentes na hora de pedir votos, ou quando precisam usar os colégios como argumento para arrecadar algumas esmolas federais. O Ministério Público já recomendou a interdição de algumas escolas e a Justiça concordou. Outras interdições virão por aí. A secretária da Educação do RN, Cláudia Santa Rosa, tem dito recentemente, durante entrevistas, que o Estado dispõe de cerca de R$ 50 milhões para investir na estrutura física dos prédios da sua pasta, mas enfrenta a burocracia e ainda não tem previsão de quando começarão obras de reformas, ampliações e por aí vai. Ou seja: os estudantes continuam correndo risco. Enquanto a burocracia dita as regras e deixa as escolas padecendo, o Tribunal de Justiça do RN anunciou, há menos de um mês, a construção da sua sede, com orçamento inicial girando em torno dos R$ 80 milhões. O dinheiro está no Caixa, "escutando a conversa". Recentemente, o mesmo TJ "emprestou" R$ 19 milhões para melhorias no sistema penitenciário potiguar. E, até onde sei, ninguém reclamou que a burocracia tenha atrapalhado a negociação. E para a Educação, não havia uma forma de agilizar a liberação desse dinheiro? Os deputados estaduais e federais não se mobilizam? E os três senadores? O que pensam os vereadores? O que estão esperando?  Que crianças morram nas escolas caindo aos pedaços? Que aconteça uma tragédia que ganhe repercussão nacional, para que nossas "autoridades" saiam correndo até Brasília, para mais uma reunião de pedidos regada a cafezinho, água gelada, gargalhadas e fotos nas redes sociais? Alguém já viu mobilizações de juízes e desembargadores em prol da defesa dessas crianças? A situação é imoral. Já não bastassem tantas problemas, como insegurança, sistema de saúde estadual falido, desemprego, atraso nos salários dos servidores, o Rio Grande do Norte ainda de destaca como um lugar aonde meninos e meninas são presas fáceis de um sistema de educação precário, desabando sobre as cabeças dessa criançada, literalmente. A responsabilidade desse descaso é de políticos que, eleição após eleição, continuam por aí com suas caras lavadas, como se nada estivesse acontecendo. Um bando de calhordas, irresponsáveis, cretinos.
14 set por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

No RN: 84,2 mil meninas de 9 a 11 anos devem tomar a vacina contra HPV

VACINA3 O Ministério da Saúde está promovendo mobilização nacional para incentivar pais e responsáveis a levarem as meninas de 9 a 11 anos para tomar a segunda dose da vacina contra o Papiloma Vírus Humano (HPV). As adolescentes desta faixa etária tomaram a primeira dose da vacina há seis meses, portanto devem retornar a um posto para receber a segunda dose. A vacina protege contra quatro subtipos de HPV, sendo dois responsáveis por 70% dos casos de câncer do colo do útero, que é a terceira causa de morte de mulheres no Brasil. No Brasil, até agosto, 2,5 milhões de meninas de 9 a 11 anos foram vacinadas contra HPV. Isso representa 50,9% do público-alvo, formado por 4,9 milhões de adolescentes nesta faixa-etária. No ano passado, quando a vacina foi disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS), 101,8% do público estimado foi vacinado com a primeira dose, alcançando 5 milhões de meninas de 11 a 13 anos. Entretanto, só 3 milhões procuraram uma unidade de saúde para tomar a segunda dose, o que representa 60%, sendo que a meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% do público–alvo. RIO GRANDE DO NORTE Neste ano, 36,2 mil adolescentes de 9 a 11 anos tomaram a primeira dose da vacina contra HPV no Estado do Rio Grande do Norte, até o mês de agosto. O quantitativo representa 43% do público-alvo formado por 84,2 mil meninas nessa faixa-etária no Estado. No ano passado, quando a vacina foi disponibilizada no SUS, 95,3% do público estimado foi vacinado com a primeira dose, alcançando 79,8 mil meninas de 11 a 13 anos, no Rio Grande do Norte. Entretanto, só 41,9 mil destas meninas procuraram uma unidade de saúde para tomar a segunda dose, o que representa 49,8% do público.   Fonte: Agência Saúde
31 ago por João Ricardo Correia Tags:, , ,

Segunda dose da vacina HPV começa a ser oferecida nesta segunda 

HPVVACINA O Ministério da Saúde divulgou que a partir do dia 1º de setembro, meninas de 11 a 13 anos começam a receber a segunda dose da vacina contra HPV (papilomavírus humano). A vacinação será disponibilizada nas unidades de saúde e escolas públicas e particulares de todo o Brasil. Nos três primeiros meses de vacinação da primeira dose, iniciada em março de 2014, mais de 4,1 milhões de meninas foram imunizadas no País. A segunda dose deve ser tomada seis meses após a primeira, e a terceira dose da vacina, após cinco anos. A vacina começou a fazer parte do calendário de vacinação neste ano para todas as meninas que completam 11 anos e a partir de 2016, deverá ser disponibilizada para as meninas a partir de 9 anos. O HPV é um dos principais responsáveis pelo câncer de colo do útero, terceiro tipo de câncer que mais mata as mulheres no Brasil. Segundo o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Jarba Barbosa, o papilomavírus humano é um dos mais contamináveis do mundo e cerca de 30% das meninas de 11 a 13 anos já tiveram o contato com o vírus mesmo sem ter tido uma relação sexual completa, por isso a importância de fornecer a vacina para essa faixa etária. "Baseado em dados populacionais, essa é a melhor idade que a vacina produz a maior resposta imunológica. Não estamos aqui pra dizer a idade que a criança vai começar a relação sexual, isso é outra discussão", enfatiza o secretário. As vacinas serão disponibilizadas em unidades de saúde e nas escolas públicas e particulares. Para o ministro da Saúde, Arthur Chioro, a segunda dose é fundamental para garantir a proteção da mulher. "Sem a segunda dose não há segurança nenhuma que a menina está protegida", afirmou Chioro. "As meninas que não tinham 11 anos em março e não fizeram a primeira dose, devem fazê-la agora". Ao todo, são 15 milhões de doses da vacina, com um investimento de R$ 1,1 bilhão, além de 7,2 mil profissionais de saúde e mais 2,2 mil profissionais de outras áreas trabalhando no combate da doença. Chioro disse ainda que segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil fechará o ano de 2014 com 15 mil casos de câncer de colo do útero, e com cerca de 4,8 mil óbitos por conta da doença. " Vamos reescrever a história do câncer de colo do útero no nosso País. Queremos daqui a alguns anos dizer que, sim, o câncer já matou mulheres no passado, mas isso não acontece mais", finalizou o ministro, que elogiou o engajamento das adolescentes em prol da vacina nas redes sociais.   Fonte: Portal Brasil
31 mar por João Ricardo Correia Tags:, , ,

SUS já vacinou mais de 50% das meninas no País contra HPV

Mais de 2,4 milhões de meninas já foram vacinadas contra HPV em todo o País nas três primeiras semanas da campanha, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Ministério da Saúde. O número representa 58% da meta do Ministério da Saúde, que é vacinar 80% do público-alvo, o equivalente a 4,1 milhões de meninas na faixa etária de 11 a 13 anos. A vacina utilizada no Brasil é segura e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O ministro da Saúde, Arthur Chioro, considera positiva a cobertura vacinal nas primeiras semanas de implantação da vacina na rede pública. “Isso prova que a população está consciente sobre a importância desta vacina na proteção contra o câncer do colo do útero. Com a continuidade da mobilização nos estados, acredito que atingiremos a meta de vacinar 4,1 milhões de meninas”, afirmou. Os estados com maior adesão à vacina, até o momento, são: Santa Catarina com 85% (106 mil meninas vacinadas), São Paulo 80% (643 mil), Rio Grande do Sul 73% (151 mil), Espírito Santo 73% (53 mil) e Tocantins 73% (25 mil). O Ministério da Saúde recomenda que a primeira dose (de um total de três) seja aplicada nas escolas públicas e privadas que aderiram à estratégia iniciada no dia 10 de março. A vacina também está disponível nos 36 mil postos da rede pública de saúde durante todo o ano. A segunda dose será aplicada com intervalo de seis meses e a terceira, de reforço, cinco anos após a primeira dose. Segurança da vacina Usada como estratégia de saúde pública em 51 países, a vacina utilizada no Brasil é recomendada pela OMS e tem eficácia de 98% contra o vírus HPV. O Comitê Consultivo Mundial sobre Segurança das Vacinas, responsável por prestar assessoramento científico à OMS, atestou novamente a segurança da vacina contra o HPV, durante reunião realizada no dia 12 de março. Desde o lançamento da vacina contra o HPV, em 2006, mais de 170 milhões de doses foram aplicadas no mundo. Diversos estudos que monitoraram milhares de pessoas vacinadas na Austrália, Europa e América do Norte, excluíram a ocorrência de eventos adversos graves ou permanentes. Proteção Para o primeiro ano de vacinação, o Ministério da Saúde adquiriu 15 milhões de doses. A vacina utilizada é a quadrivalente, que confere proteção contra quatro subtipos (6, 11, 16 e 18) do HPV, dos quais dois (subtipos 16 e 18) são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo mundo. A vacinação é o primeiro de uma série de cuidados que a mulher deve adotar para a prevenção do HPV e do câncer do colo do útero. Ela não substitui a realização do exame preventivo e nem o uso do preservativo nas relações sexuais. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária dos 25 aos 64 anos façam o exame preventivo, o Papanicolau, a cada três anos, após dois exames anuais consecutivos negativos. Campanha O Ministério da Saúde iniciou em março a veiculação da campanha publicitária para orientar a população sobre a importância da prevenção contra o câncer do colo de útero em TV, rádios e jornais. Com o tema “Cada menina é de um jeito, mas todas precisam de proteção”, as peças convocam as adolescentes para se vacinar e alertam as mulheres sobre a prevenção. Estimativas indicam que 270 mil mulheres, no mundo, morreram devido ao câncer de colo do útero. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) prevê o surgimento de 15 mil novos casos e cerca de 4,8 mil óbitos, em decorrência da doença, apenas neste ano.   (Fonte: Portal Brasil)
1 abr por Henrique Goes Tags:, , ,

PESQUISA AFIRMA QUE MENINOS ESTÃO MAIS SUJEITOS A ABANDONAR OS ESTUDOS QUE AS MENINAS

Os meninos são mais propensos a repetir o ano ou abandonar a escola do que as meninas. Eles têm, em média, uma probabilidade 12% maior de fracasso escolar do que as meninas. Segundo a pesquisadora Paula Louzano, as meninas geralmente têm uma maneira de portar-se mais alinhada com a cultura escolar, com o que se espera dos estudantes. Ela explica que as escolas esperam que os estudantes “prestem atenção nas aulas, sejam calmos, o que se aproxima mais do comportamento feminino. Os meninos geralmente são vistos como agressivos, difíceis, pelos professores”, diz.

[caption id="" align="aligncenter" width="480"] Imagem de internet[/caption]

As conclusões da professora da Universidade de São Paulo são resultado de levantamento feito com base nos dados do questionário socieconômico da Prova Brasil 2011. O questionário do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira foi aplicado em todo o país e respondido por 2,3 milhões de alunos do 5º ano do ensino fundamental. Ela escreveu o artigo Fracasso Escolar e Desigualdade do Ensino Fundamental, publicado no relatório De Olho nas Metas de 2012, do movimento Todos pela Educação.

As diferenças de probabilidade de fracasso variam entre as regiões brasileiras e entre a cor da pele dos estudantes. “Em termos absolutos, os meninos pretos - seguindo a denominação adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - representam o grupo mais vulnerável ao fracasso escolar, em todas as regiões e em todos os níveis de escolaridade dos pais”, diz Paula Louzano.

No Nordeste, estudantes do sexo masculino autodeclarados pretos têm 59% de chance de fracasso e, no Norte, o número vai para 59,3%. Nas mesmas regiões, a probabilidade de uma menina autodeclarada preta fracassar é 45,5% e 45,8% respectivamente. Entre os alunos autodeclarados brancos, no Norte, os meninos têm 52,2% de possibilidade de insucesso e no Nordeste 50,9%. Entre as meninas, o índice é 38,8% e 37,5%, respectivamente. Os menores índices estão no Sudeste, onde, para meninos pretos é 42,3% e para meninas pretas é 29.8%. Meninos brancos na região têm 26,5% de chance de fracassar, enquanto as meninas brancas, 17,3%.

Outra pesquisadora da universidade, Marília Carvalho concorda com Paula Louzano, segundo a qual a postura das meninas está mais alinhada com a cultura escolar. Marília acrescenta que os meninos sofrem uma pressão dupla. “A primeira é a da sociedade de que, para se firmar como macho, tem que ser respondão, briguento. A segunda é a da escola, que reforça a questão. Quando os meninos são quietos, não gostam de futebol etc, a escola estranha e isso é colocado nas reuniões de professores”, diz.

Fonte: Agência Brasil

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