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22 abr por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Procura por crédito aumenta puxada pelas micro e pequenas empresas

REAL1 Em março, as empresas aumentaram em 6,7% a procura por crédito, segundo o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve alta de 18,1%. No primeiro trimestre, o crescimento foi 9,7%. Esse avanço na média foi puxado pelas micro e pequenas empresas com variação de 7,4% sobre fevereiro deste ano. Nos dois perfis de empresa analisados ocorreram recuos. As de médio porte reduziram a busca em 4,8% e as grandes empresas diminuíram em 6,1%. Na análise por setor, a demanda foi liderada pela área de serviços, com alta de 8,5%, seguida do comércio (5,7%) e indústria (3,7%). O Centro-Oeste foi a região com maior crescimento (12,4%), seguida do Sul, com alta de 8,6%, e do Nordeste (6,4%). Já no Norte e no Sudeste, ocorreram expansões com taxas idênticas (4,8%). Nos três primeiros meses do ano, o Sul lidera a procura por crédito com ampliação de 12%, seguido do Centro-Oeste (10,4%), Norte (9,4%), Nordeste (8,6%) e Sudeste (7,6%). Para os economistas da Serasa Experian, o resultado foi influenciado pela diferença de dias úteis pelo fato de o carnaval ter sido em fevereiro. Em março, foram 22 dias úteis número acima do registrado em fevereiro – 18 dias úteis – e superior ao mesmo período do ano passado – 19 dias úteis. De acordo com os economistas, se for feito o ajuste dos dias úteis, há uma queda de 12,7% sobre fevereiro de 2015 e aumento de 2% na comparação com março de 2014. Eles destacaram que, com o mercado mais rigoroso para conceder crédito, pode-se deduzir que os empresários desse segmento estariam recorrendo a “outras fontes alternativas de financiamento, como o crédito mercantil”.     Fonte: Agência Brasil
20 jan por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Parcelar dívida na Receita permite exclusão em cadastro do Serasa

RECEITA1a   O contribuinte que tem dívidas tributárias e decide parcelar o pagamento em programa da Receita Federal deve ter o nome excluído do cadastro do Serasa. Com esse entendimento, o desembargador federal Marcio Moraes, da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, determinou que a União peça ao serviço de restrição ao crédito para retirar uma empresa da sua lista de devedores. A companhia, localizada no interior de São Paulo, aderiu ao chamado “Refis da Copa” depois de um processo de execução fiscal movido pela Fazenda Nacional. Mesmo com o parcelamento, o juízo de primeira instância concluiu que a empresa não tinha o direito de ficar de fora do cadastro. “Se o pagamento é realizado após o ajuizamento conclui-se que a executada reconheceu a condição de devedora”, afirma a decisão da 1ª Vara Federal de Jaú. A empresa recorreu, sendo representada pelo advogado Gustavo Cambauva, do escritório Cambauva & Contador. Ao avaliar o caso, o desembargador concluiu que o parcelamento suspende a exigibilidade do crédito tributário, conforme o inciso VI, do art. 151, do Código Tributário Nacional. “Excluir o nome da recorrente não acarreta qualquer prejuízo à Fazenda Nacional”, disse Moraes em decisão monocrática. Assim, ele avaliou que “o perigo maior está na manutenção do nome da agravante no Serasa, enquanto o parcelamento estiver em vigor”.   Fonte: Consultor Jurídico
24 maio por Henrique Goes Tags:, ,

JUSTIÇA POTIGUAR DECIDE TIRAR DO SPC/SERASA NOME DE VÍTIMA DE FRAUDE

O juiz José Conrado Filho, da 1ª Vara Cível de Natal, declarou a inexistência de dívidas cobradas em Juízo pela Claro (BSE S.A) e Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A (Embratel) de um cidadão, que teve seus documentos fraudados. [caption id="attachment_2174" align="aligncenter" width="468"]{80493a41-2fe2-4c6f-b156-57c8ea0161e3}_justiçafederal Imagem de internet[/caption] O magistrado determinou também a exclusão do nome da vítima no SPC e Serasa, além de condenar as duas empresas a pagarem ao autor, indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil, observando-se a proporção de 50% para cada uma, acrescida de juros e correção monetária.Na ação, o autor afirmou que jamais manteve qualquer relação como cliente das empresas.Após análise, o magistrado entendeu que as empresas, enquanto fornecedoras de produtos e serviços, não observaram os cuidados necessários ao desempenho de suas atividades, tendo vendido as linhas a um fraudador. Assim, concluiu que o autor demonstrou materialmente ter sido negativado pelas duas empresas, ao passo que estas não conseguiram comprovar que o autor tenha sido responsável pelas dívidas contraídas. Fonte: TJRN
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