10 jan por João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

IBGE acredita que safra de grãos de 2019 deve ser 3,1% maior que a de 2018

A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas deste ano deve ser 3,1% maior do que a produção de 2018. A estimativa é do terceiro prognóstico para a safra de 2019, divulgado hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que prevê uma produção de 233,4 milhões de toneladas. A safra de 2018 ainda não foi calculada, mas a última previsão do IBGE, feita em dezembro, indica que o ano fecharia com uma produção de 226,5 milhões de toneladas, 5,9% inferior ao total de 2017. Segundo o IBGE, para este ano são esperados crescimentos para a soja (0,8%), as duas safras de milho (2,6% para a primeira safra e 11,1% para a segunda safra), para a segunda e a terceira safras do feijão (6,2% e 2,4%, respectivamente) e para o algodão herbáceo (6,6%). No entanto, devem ter queda as produções de arroz (-4,8%), feijão primeira safra (-10,8%), trigo (-3,9%) e sorgo (-0,7%). A alta de 2019 deve ser puxada principalmente pela Região Sul, cuja produção deve crescer 5%, passando de 74,5 milhões de toneladas para 78,2 milhões. Principal centro produtor de grãos do país, o Centro-Oeste tem um crescimento previsto de 2,8%, passando de 101 milhões de toneladas para 103,8 milhões. Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil / Rio de Janeiro
28 nov por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Aumento da produção de etanol de milho deve baratear combustíveis

A Comissão de Agricultura (CRA) debateu nesta terça-feira (27) o aumento dos investimentos na produção de etanol de milho na região Centro-Oeste. Debatedores e senadores destacaram o potencial da produção para gerar renda e abastecer o país, contribuindo para a redução do preço médio dos combustíveis. O representante do Ministério das Minas e Energia (MME), Marlon Leal, alertou que o mercado de etanol proveniente da cana está estagnado nos últimos anos, o que torna "muito bem-vindos" os recentes investimentos no etanol de milho. Ele apresentou estudos da pasta que demonstram que o crescimento do setor de etanol acaba trazendo para baixo no preço dos combustíveis em geral, por ser um produto mais barato. Os dados do MME baseiam-se em levantamentos feitos no estado de São Paulo. — Desde 2006 o etanol é mais barato. Esse é um dado já consolidado. Portanto quanto mais se oferta e se usa dele, maior é seu impacto na cesta de combustíveis. Só em 2018 o consumidor paulista economizou R$ 1,7 bilhão em combustíveis, comparado com o que gastaria caso não se ofertasse etanol. Desde 2006, a economia já chega a R$ 28 bilhões — detalhou Leal.
1 nov por João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Preço do milho na Conab fica igual ao mercado normal e Anorc alerta para prejuízos, sobretudo no semiárido

Criadores e produtores potiguares estão indignados com a Portaria do Conselho Interministerial de Estoques Públicos (Ciep), publicada esta semana e que autoriza a Conab a comercializar, até o próximo dia 31 de dezembro, 100 mil toneladas de milho dentro do Programa Venda em Balcão para produtores rurais de todo o país. O motivo é que, apesar do preço pleiteado para a saca de 60 Kg de milho ter sido de R$ 33, a portaria liberou a Conab para vender cada saca por nada menos que R$ 51,66, valor muito semelhante ao praticado no mercado normal (no qual uma saca de milho, com 50KG, sai por R$ 50,66. O diretor da Associação Norteriograndense de Criadores (Anorc), Acácio Brito, afirma que o preço “inviabiliza o uso do produto, sobretudo pelos produtores de menor porte e aqueles que estão baseados em regiões de reconhecida baixa produtividade, como é o caso do nosso semiárido”. “Infelizmente, o preço autorizado foi uma ducha de água fria no setor, que é extremamente dependente do milho subsidiado da Conab para viabilizar a alimentação dos animais. Nossa ideia agora é unir forças com as demais entidades representativas de todo o setor produtivo potiguar e fazer um apelo pela união da nossa bancada em torno do tema. A ideia é voltarmos ao Ministério da Agricultura para pedir que a saca do milho subsidiado fique mesmo em torno dos R$ 33 a saca”, diz Brito. Fonte: Graphos Comunicação
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