23 nov por João Ricardo Correia Tags:, , , , , , , , , ,

Movimento dos Navios: tudo sobre portos, fases da lua e tábua de marés

movimento dos navios

FIQUE SABENDO... A Companhia de Integração Ceará Portos, responsável pelas operações do Porto de Pecém, foi multada na segunda-feira, 21, em R$ 1,5 milhão pelo IBAMA, por operar sem licenciamento.

 
 NATAL PILOTIS 4.5 X 2.3 CORRETO 2013

Natal

Navio: Búfalo Bandeira: Brasil Agência: Brasimar Chegada: No Porto Destino: -- Carga: Rebocador Descarga: -- Navio: Araxá Bandeira: Brasil Agência: Brasimar Chegada: No Porto Destino: -- Carga: Rebocador Descarga: --
31 jan por Henrique Goes Tags:, , ,

Vida e música de Gonzagão chegam aos palcos de Natal em fevereiro

Depois do enorme sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro, São Paulo e Nordeste – com apresentação especial em Exu, cidade natal do Rei do baião –, o musical Gonzagão– A Lenda, de João Falcão desembarca em Natal para apresentações nos dias 13, 14 e 15 de fevereiro, sempre às 20h, no Teatro Alberto Maranhão. [caption id="attachment_22192" align="aligncenter" width="480"]Gonzagão a lenda 762 Divulgação[/caption] Considerado um dos melhores musicais brasileiros, eleito pela Folha de SP e pelo Estado de SP um dos cinco melhores do ano, o espetáculo está em cartaz há mais de um ano e foi vencedor dos prêmios: Prêmio Shell de Teatro 2012 de Melhor Música; do 7º Prêmio APTR de Melhor Produção; Prêmio Qualidade de Melhor Espetáculo; e do Prêmio FITA 2013 nas categorias Melhor Espetáculo (Júri Popular), Melhor Direção e Melhor Figurino. Ainda na agenda de 2014, a montagem terá a honra de abrir o Festival Ibero-Americano de Teatro de Bogotá‟, o maior da América Latina. Teaser de Gonzagão A Lenda: http://bit.ly/1bxZZ9U Sobre o espetáculo Oito atores e uma atriz se revezam no palco em uma viagem musical pela trajetória do Rei do Baião. Como em qualquer história de homem que vira mito, a vida de Luiz Gonzaga tem passagens em que as versões de seus biógrafos não convergem, em que realidade e fantasia se confundem, e o autor e diretor João Falcão se sentiu livre para tratar mais do mito do que do homem. “É a história de Luiz Gonzaga, mas não é Wikipédia”, diz Falcão, que evitou qualquer didatismo na construção do texto, embora tenha lido vários livros sobre um dos artistas mais importantes da música brasileira, morto em 2 de agosto de 1989, cujo centenário de nascimento foi comemorado em dezembro de 2012. A opção por uma abordagem teatral, não enciclopédica, fica explícita logo no início da peça, quando uma trupe se apresenta para contar a “lenda do Rei Luiz”. Os atores desta trupe anunciam que encenarão uma história iniciada “no sertão do Araripe lá pelos idos do século XX”.   [caption id="attachment_22193" align="aligncenter" width="360"]Gonzagão a lenda 794 copy Divulgação[/caption] Sobre o elenco Nessa montagem, João Falcão apresenta dois novos talentos ao público: Marcelo Mimoso, que narra boa parte da história de Gonzaga no palco e canta a maioria das músicas, nunca tinha assistido a uma peça antes. Filho de sanfoneiro, Marcelo é taxista e também cantor de forró. Foi descoberto pelo diretor João Falcão numa noite em que se apresentava em um bar da Lapa. O único papel feminino do elenco é de Larissa Luz (indicada ao Prêmio FITA 2013 de melhor atriz), o primeiro de sua carreira já que ela não era atriz, mas sim cantora. Descoberta por João, assim como Marcelo Mimoso, Larissa era cantora do famoso grupo baiano AraKetu e esta foi sua estreia no teatro. “Vi Larissa cantando num vídeo de internet que um amigo me mostrou”, conta o diretor que confessa gostar de experimentar pessoas em outras áreas de atuação. Sobre a montagem e a direção musical As referências são maciçamente nordestinas, sobretudo pernambucanas. Luiz Gonzaga nasceu no município de Exu, de onde saiu aos 17 anos para ganhar o mundo. João Falcão também é de Pernambuco, da cidade de São Lourenço da Mata. “A festa mais importante da minha casa era a de São João, e São João era Luiz Gonzaga. Ele era patrimônio do povo, mais do que qualquer outro artista. Poucas músicas que estou usando no espetáculo descobri agora. A maioria eu sabia de cor, já sabia tocar”, conta ele, que também é compositor. Na história do rei do baião, João Falcão se permitiu rebatizar duas mulheres importantes da vida do músico, Nazarena (o primeiro grande amor) e Odaléa (a mãe de Gonzaguinha) como Rosinha e Morena, respectivamente, nomes que aparecem em músicas do compositor. E ainda se permitiu criar um encontro que nunca aconteceu: Luiz Gonzaga e Lampião, dois mitos nordestinos. Também há espaço para se falar da originalidade de Gonzaga, um artista que, a partir dos ensinamentos de seu pai, Januário, criou em sua sanfona um gênero, o baião, e o transformou em sucesso e patrimônio nacionais. Dentre as cerca de 40 canções que estão no espetáculo há sucessos como “Cintura fina”, “O xote das meninas”, “Qui nem jiló”, “Baião”, “Pau-de-arara” e sua mais célebre criação, “Asa branca”. De acordo com a linha não dogmática de todo o espetáculo, o grupo não ficou preso à estrutura básica do forró, que é sanfona-triângulo-zabumba. No conjunto dos quatro instrumentistas virtuoses que atuam no palco, há, além do sanfoneiro (Rafael Meninão) e do percussionista (Rick De La Torre), um violoncelista (Daniel Silva) e um rabequeiro e violeiro (Beto Lemos). Os arranjos de todas as músicas foram elaborados pelos quatro músicos, que por conta da longa temporada estão em grande sintonia e presenteiam a plateia com improvisos em todas as apresentações, um privilégio para o espectador e uma renovação diária para a montagem. Beto Lemos rouba a cena em “Assum Preto”, em um solo de rabeca que já foi aplaudido durante cinco minutos em cena aberta.   SERVIÇO Musical Gonzagão A Lenda Dias 13, 14 e 15 de fevereiro às 20h Teatro Alberto Maranhão | Praça Augusto Severo – Ribeira Informações: (84) 9638-8426 www.facebook.com/GonzagaoOMUSICAL   Com informações de Assessoria de Imprensa.
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