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11 fev por João Ricardo Correia Tags:

Fachin desmembra processo de Lula, Gleisi e Palocci na “lava jato”

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, decidiu, na sexta-feira (8), que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), o ex-ministro Paulo Bernardo, o empresário Marcelo Odebrecht e Leones Dall Agnol, denunciados pelos crimes de corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro devem ser julgados pela corte.

Na decisão, o ministro cita a “indissociabilidade” das condutas atribuídas aos acusados. “Neste contexto, revela-se imperiosa a manutenção do processamento na corte levando em consideração o entendimento firmado pelo STF por prerrogativa de foro na suposta solicitação e recebimento de vantagens indevidas no contexto da campanha eleitoral do Paraná de 2014”, avalia o ministro.

Entretanto, segundo Fachin, com relação aos fatos supostos recursos do PT ao grupo Odebrecht nas exportações e serviços entre Brasil e Angola, os denunciados Marcelo Odebrecht, Luiz Inácio Lula da Silva, Paulo Bernardo e Antonio Palocci não se encontram em cargo no qual a Consituição definiu competência criminal no STF. “Logo, os autos devem ser remetidos para a 10ª Vara Federal do DF em tramitação sigilosa”, diz.

10 jan por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Gleisi vai à posse de Maduro para mostrar que “posição agressiva do governo Bolsonaro contra a Venezuela tem forte oposição no Brasil”

O site do Partido dos Trabalhadores assim justifica a ida de sua presidente, Gleisi Hoffmann, à posse do ditador Nicolas Maduro como presidente da Venezuela, país que enfrenta um dos seus piores momentos. Confira a nota assinada pela petista: Estarei em Caracas esta semana participando da posse de Maduro: 1. Para mostrar que a posição agressiva do governo Bolsonaro contra a Venezuela tem forte oposição no Brasil e contraria nossa tradição diplomática. 2. Para deixar claro que não concordamos com a política intervencionista e golpista incentivada pelos Estados Unidos, com a adesão do atual governo brasileiro e outros governos reacionários. Bloqueios, sanções e manobras de sabotagem ferem o direito internacional, levando o povo venezuelano a sofrimentos brutais. 3. Porque é inaceitável que se vire as costas ou se tente tirar proveito político quando uma nação enfrenta dificuldades. Trata-se de um país que tem relações diplomáticas e comerciais importantes com o Brasil. Impor castigos ideológicos aos venezuelanos também resultará em graves problemas imigratórios, comerciais e financeiros para os brasileiros. 4. Porque o PT defende, como é próprio da melhor história diplomática de nosso país, o princípio inalienável da autodeterminação dos povos. Nossa Constituição se posiciona pela não-intervenção e a solução pacífica dos conflitos. Os governos liderados por nosso partido sempre foram protagonistas de mediações e negociações para buscar soluções pacíficas e marcadas pelo respeito à autonomia de todas as nações. 5. Porque somos solidários à posição do governo mexicano e de outros Estados latino-americanos que recusaram claramente a posição do chamado Grupo de Lima, abertamente alinhada com a postura belicista da Casa Branca. 6. Porque reconhecemos o voto popular pelo qual Nicolas Maduro foi eleito, conforme regras constitucionais vigentes, enfrentando candidaturas legítimas da oposição democrática. 7. Em qualquer país em que os direitos do povo estiverem ameaçados, por interesses das elites e dos interesses econômicos externos, o PT estará sempre solidário ao povo, aos que mais precisam de apoio. O respeito à soberania dos países e a solidariedade internacional são princípios dos quais não vamos abrir mão. Gleisi Hoffmann Presidenta do PT Com informações do Site do PT www.pt.org.br
10 out por João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

De olho no segundo turno: petistas Haddad e Gleise buscam diálogo com as Forças Armadas

[caption id="attachment_54476" align="aligncenter" width="678"] Haddad e Gleise, numa das vezes que foram visitar Lula na prisão, em Curitiba[/caption] Em reunião hoje (10), em São Paulo, com o PSB, o candidato do PT à Presidência da República neste segundo turno, Fernando Haddad, destacou que o apoio da legenda ao seu nome é uma demonstração de união em favor do país e defendeu reformas da Previdência nos estados e municípios. Haddad também confirmou que esteve com o comandante do Exército, general Villas Bôas: “Foi uma boa conversa”. “Vamos defender os direitos sociais, os direitos trabalhistas e as liberdades democráticas – o campo progressista unido pelo Brasil”, destacou o candidato. Ao ser questionado sobre o diálogo com as Forças Armadas, Haddad disse que não usa emissários, pois ele próprio e a presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), buscam o diálogo. Na conversa com o general Villas Bôas, o candidato afirmou ter “apreço” às Forças Armadas. “Não vamos ter um Brasil forte, sem defender os direitos do povo”, afirmou. “Ele [general Villas Bôas] compreendeu. “
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