Tag: escola

15 ago por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

MP recomenda que Prefeitura de Rio do Fogo termine reforma em escola

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da Promotoria de Justiça da comarca de Ceará-Mirim, recomendou que a Prefeitura de Rio do Fogo, cidade localizada no litoral potiguar, promova e conclua em caráter de urgência a reforma geral na estrutura física da Escola Municipal Maria Paiva e Silva, localizada no assentamento Zumbi. As obras devem ser executadas preferencialmente antes do início do ano letivo de 2019. Em inspeção realizada pelo Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Cidadania (Caop Cidadania) em junho de 2018, verificou-se que a estrutura física da escola apresenta estrutura precária necessitando de reparos e reforma geral, para garantia da segurança da comunidade escolar.
17 nov por João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

Prefeita eleita de Areia Branca solicita anexo escolar na zona rural e escola de tempo integral

[caption id="attachment_51701" align="aligncenter" width="698"]iraneide_reboucas1 Prefeita eleita Iraneide Rebouças (AO CENTRO) foi recebida em audiência pela secretária de Educação do Rio Grande do Norte, professora Cláudia Santa Rosa[/caption] Nessa quarta-feira (16), a prefeita eleita de Areia Branca, Iraneide Rebouças, esteve em audiência com a secretária Estadual de Educação, Cláudia Santa Rosa, quando foram tratados diversos temas de interesse do município, entre eles a reordenação dos turnos nas escolas estaduais, a implantação de um anexo escolar de ensino médio na zona rural e a implementação de escola tempo integral. Iraneide Rebouças questionou a possível diminuição dos turnos em algumas escolas estaduais e requereu audiência com representantes dos professores, diretores, pais e alunos para que o tema fosse discutido. A secretária atendeu à solicitação e marcou o encontro para a próxima quarta-feira (23), com a prefeita eleita e os representantes dos segmentos. Cláudia Santa Rosa garantiu que nenhum professor da rede estadual seria realocado de município, bem como não haveria qualquer redução salarial da categoria.
13 abr por João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

Escola é condenada a indenizar adolescente constrangida por professora

JUSTICA9 Uma escola terá de pagar R$ 10 mil em indenização a uma estudante que foi constrangida por uma professora. A decisão é da 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, confirmando sentença de primeira instância. De acordo com o processo, a aluna, à época com 13 anos, apresentava ótimo desempenho, apesar de sua timidez. Em outubro de 2009, porém, ela voltou para casa chorando. De acordo com o processo, ela contou à mãe que a professora pediu para examinar a cabeça dela e, diante da recusa, disse: “Não vou olhar as caspas que estão na sua cabeça, garota”. A professora insistiu e, quando a jovem tentou cobrir a cabeça, recebeu um tapa na mão. Depois disso, a adolescente passou a ser alvo de zombarias dos colegas, que diziam que, além de caspa, ela tinha piolhos. Ainda segundo o processo, para contornar a situação, a mãe convocou uma reunião na instituição, mas a professora não estava presente para se desculpar e o corpo diretivo, embora reconhecesse que a atitude de sua funcionária pudesse causar constrangimento, insistiu na retirada da queixa. Negando-se a fazê-lo, a mãe ajuizou ação contra a escola em dezembro de 2009. A escola alegou que procurou investigar o caso. Na versão da empresa, conforme apurou o coordenador pedagógico do colégio, o fato ocorreu fora da sala de aula, em mesas ao ar livre, na presença de um grupo de três alunas. A escola afirmou, além disso, que tentou contatar a mãe várias vezes, mas não teve sucesso. A instituição defendeu que a professora, querendo prender o cabelo da adolescente, apenas declarou que não se incomodava com as caspas. O estabelecimento de ensino sustentou ainda que a orientadora educacional conversou com a menina e promoveu um encontro com a professora. Na ocasião, ela pediu desculpas dizendo que não tinha a intenção de magoar a adolescente e esta a perdoou. Por fim, a escola negou a existência de dano moral, sob o argumento de que a estudante continuou matriculada no local. A juíza Yeda Monteiro Athias, da 24ª Vara Cível de Belo Horizonte, entendeu que ficou demonstrado que o episódio causou à menina dor, sofrimento e humilhação e arbitrou indenização de R$ 10 mil. A escola recorreu, mas a decisão foi mantida pelos desembargadores José de Carvalho Barbosa, Newton Teixeira Carvalho e Cláudia Maia. Segundo o relator José de Carvalho Barbosa, o depoimento de diversas testemunhas comprovou que a professora submeteu a adolescente a um constrangimento ilegítimo. “Indubitavelmente a autora teve sua honra atingida em razão da abordagem sofrida”, concluiu.   Fonte: Consultor Jurídico, com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-MG
1 mar por João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

Escola: senadora Fátima Bezerra critica administração de tucanos

FATIMABEZERRA2_VINICIUS-EHLERS A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado (CE) aprovou, nesta terça-feira (1), o Projeto de Lei do Senado nº 10/2012, que proíbe o fechamento ou a reestruturação de escolas públicas sem que antes tenha a autorização do conselho de educação. Segundo a vice-presidente da CE, senadora Fátima Bezerra (PT-RN), a aprovação do projeto chegou em boa hora. “Nos últimos meses, em vez de diálogo, os governos tucanos têm colocado a polícia por cima dos estudantes e dos professores. A decisão do fechamento ou mudança das escolas públicas deve passar pela análise de quem realmente está no processo, que são os professores, os estudantes e as famílias. Não pode ser apenas uma decisão de governador, presidente e secretário”, ressaltou. Fátima criticou recentes tentativas de governos tucanos de fechar ou reestruturar escolas sem conversar com as comunidades envolvidas. Em São Paulo e Goiás, os estudantes se rebelaram contra decisões arbitrárias. “Infelizmente, nós vimos o estado de São Paulo tentar fechar escolas, prejudicando mais de 250 mil estudantes. Ao final, ficou claro que o governo pecou exatamente por não ouvir a comunidade e, mesmo diante de toda mobilização dos professores e estudantes, continuou adotando medidas que vem trazendo prejuízos para a população. Agora, recentemente, o governo de Goiás quer privatizar a educação pública, transformando as escolas em organizações sociais, numa completa falta de sintonia com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e com a própria Constituição”, ressaltou. A matéria relatada pelo senador Douglas Cintra foi aprovada por unanimidade pelos senadores. Como se trata de decisão terminativa, após ser votada em turno suplementar na Comissão, a matéria deverá seguir diretamente para análise da Câmara dos Deputados, se não houver recurso para ser votada também em Plenário. Fonte: Assessoria de Imprensa da senadora Fátima Bezerra - PT/RN Foto: Vinicius Ehlers
21 jan por João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

Coronel PM considera ideologia de gênero uma “vagabundagem”

WALTERLER1 O coronel PM José Walterler dos Santos Silva, professor, escritor e diretor-fundador da Academia Coronel Walterler, em Natal (RN), postou um vídeo nas redes sociais criticando a ideologia de gêneros. Ele alerta pais e avós sobre o futuro dos seus filhos e netos. "Ideologia de gênero é uma vagabundagem", opina. Veja a íntegra do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=XUypetiPUc4
1 out por João Ricardo Correia Tags:, , , ,

Estudante que perdeu dente de leite na escola deve ser indenizado

[caption id="attachment_39536" align="aligncenter" width="394"]DENTE-DE-LEITE Imagem meramente ilustrativa[/caption] O estabelecimento de ensino tem o dever de segurança em relação ao aluno no período em que estiver sob sua vigilância e autoridade. Com esse entendimento, o juiz substituto no Tribunal de Justiça de Goiás Roberto Horácio manteve sentença que condenou uma escola a indenizar uma criança de três anos que perdeu um dente de leite dentro do colégio. Os pais da criança ajuizaram a ação pedindo a indenização por danos morais e materiais após o filho perder um dente de leite dentro da sala de aula. Os pais alegam que os danos materiais são para compensar os valores gastos para a recolocação do dente e os danos materiais para compensar eventuais procedimentos odontológicos, estéticos e psicológicos da criança. Em sua defesa o colégio alegou não ter responsabilidade, uma vez que, em sua versão, a extração do dente aconteceu quando a criança de três anos mordeu uma carteira. De acordo com a escola,  não houve imprudência ou negligência por parte da instituição de ensino, tendo em vista que não há indícios de prova de negligência de suas empregadas, que prestaram atendimento à criança no momento do acidente. Em primeira instância, o juiz Enyon A. Fleury de Lemos, da 18ª Vara Cível e Ambiental de Goiânia, condenou o colégio a indenizar o aluno de 3 anos por danos morais, em R$ 6 mil, e pelos prejuízos materiais, em R$ 2,5 mil. Ambos ingressaram com apelação. O colégio tentando reverter a sentença, e os pais da criança com o objetivo de aumentar a indenização por danos morais. Segundo os pais, o valor foi ínfimo, pois a escola “é uma das mais caras de Goiânia". RELAÇÃO DE CONSUMO No entanto, a sentença foi mantida pelo juiz substituto em 2º Grau Roberto Horácio Rezende. De acordo com ele a prestação de serviços educacionais é uma relação consumerista regida pelo Código de Defesa do Consumidor. Dessa forma, "o dever de reparar por danos causados na prestação defeituosa de serviço dispensa a prova da culpa do prestador, bastando a comprovação do dano e do nexo de causalidade", conforme estabelece o artigo 14 da lei. Depois de analisar os autos, o juiz concluiu que deve ser imputado ao colégio a responsabilidade pela perda do dente da criança, uma vez que não teve o cuidado necessário para evitar o acidente. Quanto ao argumento de que os funcionários prestaram todos os cuidados necessários, disse que a escola não fez mais do que sua obrigação. Em relação ao valor arbitrado a título de danos morais, Roberto Horácio Rezende entendeu que a quantia de R$ 6 mil atendeu aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, não devendo ser alterado.   Fonte: Consultor Jurídico Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-GO
3 set por João Ricardo Correia Tags:, , , , , ,

Unicef: 13 milhões de crianças não vão à escola por conflitos no Oriente Médio

ORIENTEMEDIO1 Mais de 13 milhões de crianças deixam de ir à escola no Oriente Médio devido aos conflitos devastadores em vários países da região, informou hoje (3) o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). "O impacto destruidor dos conflitos é sentido pelas crianças de toda a região", resumiu Peter Salama, diretor do Unicef para o Oriente Médio e Norte da África, lamentando "uma situação desastrosa" para toda uma geração. "Não se trata apenas dos danos materiais nas escolas, mas também o desespero sentido por uma geração de estudantes que vê as suas esperanças e o seu futuro estilhaçados", lamentou, na apresentação de um relatório do fundo. Estas crianças vivem nos países mais afetados da região, como a Síria, o Iraque, Iêmen, a Líbia, territórios palestinianos e o Sudão, ou estão refugiadas no Líbano, Jordânia e Turquia. Ao todo, são mais de 13 milhões, ou seja, quatro em cada dez crianças nos países mais afetados por conflitos não vão à escola. O fundo lembra que "há alguns anos [a região] parecia preparada para alcançar o objetivo da educação para todos". De acordo com o relatório, Mais de 8.850 escolas na Síria, Iraque, Iêmen e Líbia não podem receber alunos por terem sido destruídas ou danificadas, por abrigarem desalojados ou por terem sido ocupados por combatentes. No Iêmen, algumas escolas foram "transformadas em casernas de rebeldes xiitas, privando os alunos do segundo semestre do ano escolar", disse um professor da capital iemenita, Sanaa. "Carros de combate e unidades da defesa aérea foram colocados nas escolas", afirmou o diretor de uma escola da capital. Escolas e liceus estão fechados no Iêmen desde março, quando teve início a campanha aérea lançada pela coligação árabe, liderada pela Arábia Saudita, para impedir os xiitas de conquistarem o país. Na Faixa de Gaza, as crianças usam os estabelecimentos escolares como refúgios porque suas casas foram destruídas no conflito, no verão passado. No Iraque, as escolas servem para acolher três milhões de deslocados internos que a violência obrigou a fugir de casa. Na Síria, Sudão e Iêmen, assim como em parte da Líbia, os pais deixaram de mandar as crianças à escola por temerem pela sua segurança, diz o Unicef. Ir à escola é perigoso para muitas crianças, sublinhou o fundo, que registrou 214 ataques contra escolas na região no ano passado. Em Benghazi, segunda maior cidade da Líbia, apenas 65 das 239 escolas existentes continuam abertas. "Na Síria, o conflito destruiu duas décadas de trabalho para ampliar o acesso à educação", lamentou o Unicef, indicando que mais de 52 mil professores deixaram os cargos. Nos países vizinhos, mais de 700 mil crianças sírias não frequentam a escola, sobretudo na Turquia e no Líbano, onde as salas de aula têm alunos demais e poucos recursos. O fundo da ONU alerta também para o fato que os conflitos reduziram consideravelmente os meios de subsistência das famílias, levando as crianças a deixarem a escola para trabalharem em condições difíceis e mal remuneradas. As meninas casam, em alguns casos a partir dos 13 anos, para diminuir as despesas da família. Privados da escola, algumas crianças acabam por integrar, voluntariamente ou não, grupos armados. A ausência de educação é uma das razões mais frequentemente alegadas por refugiados sírios que viajam à Europa e, por isso, o fundo apelou para um reforço do ensino individual e para a necessidade de se fazer da educação uma das prioridades da ajuda humanitária. Atualmente, menos de 2% do total dos fundos da ajuda humanitária são destinados à educação.   Fonte: Agência Brasil
13 jun por João Ricardo Correia Tags:, , , , ,

Escola municipal promove debate sobre “Desmistificação do Islamismo”

ISLAMISMO1_WBARROSO A Escola Municipal Professor Veríssimo Melo, no bairro de Felipe Camarão, zona Oeste de Natal, promoveu nesta quinta-feira(11) palestra com membros da Comunidade Islâmica do Rio Grande do Norte, formada pelo Sheik Issismail Salino(Moçambicano), Mohamed Taufik(Palestino), Marcos(Brasileiro) e Mohamed Al Falak(Brasileiro), que é médico cardiologista. O encontro fez parte dos projetos realizados pela biblioteca da entidade de ensino, tendo à frente a professora Herodíades Feitosa que, junto aos educadores João Costa(História), Fernanda(Língua Portuguesa) e Neuma(Religião), debateram com professores e alunos a "Desmistificação do Islamismo". Preocupados com as ações dos homens bombas e as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico, os convidados esclareceram que o Islamismo condena esses atos e que em nenhum momento, as Sagradas Escrituras do Alcorão fazem referências a morte do ser humano. ISLAMISMO2_WBARROSO A palavra Islã, significa Paz, e ser muçulmano, é submeter-se à vontade de Allah(Deus)! Desmistificar o Islamismo é mostrar para os cidadãos que os seus seguidores são pessoas que praticam o bem, fazem orações e estão preocupados com a situação em que estão aqueles que são abandonados por uma sociedade injusta e que só pensa nos próprios interesses. Infelizmente, a mídia mostra atitudes irresponsáveis feitas pelos extremistas islâmicos, o que tem prejudicado sensivelmente os praticantes da religião fundada por Maomé. Com sede em Natal, há alguns anos, a Comunidade Islâmica do Rio Grande do Norte congrega pessoas de várias nacionalidades, não existindo distinção entre etnias e classe social, mostrando que o verdadeiro sentido do Islã, é levar amor ao próximo, lutando por uma sociedade mais justa e igualitária, acabando com o distanciamento entre pobres e ricos.   Texto e fotos: Waldir Barroso
1 abr por Henrique Goes Tags:, , ,

PESQUISA AFIRMA QUE MENINOS ESTÃO MAIS SUJEITOS A ABANDONAR OS ESTUDOS QUE AS MENINAS

Os meninos são mais propensos a repetir o ano ou abandonar a escola do que as meninas. Eles têm, em média, uma probabilidade 12% maior de fracasso escolar do que as meninas. Segundo a pesquisadora Paula Louzano, as meninas geralmente têm uma maneira de portar-se mais alinhada com a cultura escolar, com o que se espera dos estudantes. Ela explica que as escolas esperam que os estudantes “prestem atenção nas aulas, sejam calmos, o que se aproxima mais do comportamento feminino. Os meninos geralmente são vistos como agressivos, difíceis, pelos professores”, diz.

[caption id="" align="aligncenter" width="480"] Imagem de internet[/caption]

As conclusões da professora da Universidade de São Paulo são resultado de levantamento feito com base nos dados do questionário socieconômico da Prova Brasil 2011. O questionário do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira foi aplicado em todo o país e respondido por 2,3 milhões de alunos do 5º ano do ensino fundamental. Ela escreveu o artigo Fracasso Escolar e Desigualdade do Ensino Fundamental, publicado no relatório De Olho nas Metas de 2012, do movimento Todos pela Educação.

As diferenças de probabilidade de fracasso variam entre as regiões brasileiras e entre a cor da pele dos estudantes. “Em termos absolutos, os meninos pretos - seguindo a denominação adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - representam o grupo mais vulnerável ao fracasso escolar, em todas as regiões e em todos os níveis de escolaridade dos pais”, diz Paula Louzano.

No Nordeste, estudantes do sexo masculino autodeclarados pretos têm 59% de chance de fracasso e, no Norte, o número vai para 59,3%. Nas mesmas regiões, a probabilidade de uma menina autodeclarada preta fracassar é 45,5% e 45,8% respectivamente. Entre os alunos autodeclarados brancos, no Norte, os meninos têm 52,2% de possibilidade de insucesso e no Nordeste 50,9%. Entre as meninas, o índice é 38,8% e 37,5%, respectivamente. Os menores índices estão no Sudeste, onde, para meninos pretos é 42,3% e para meninas pretas é 29.8%. Meninos brancos na região têm 26,5% de chance de fracassar, enquanto as meninas brancas, 17,3%.

Outra pesquisadora da universidade, Marília Carvalho concorda com Paula Louzano, segundo a qual a postura das meninas está mais alinhada com a cultura escolar. Marília acrescenta que os meninos sofrem uma pressão dupla. “A primeira é a da sociedade de que, para se firmar como macho, tem que ser respondão, briguento. A segunda é a da escola, que reforça a questão. Quando os meninos são quietos, não gostam de futebol etc, a escola estranha e isso é colocado nas reuniões de professores”, diz.

Fonte: Agência Brasil

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